Sobre

Da formação:

 

O Website “Guia Brasil Acessibilidade” foi idealizado e criado para atuar com “prestação de serviço acessível“, atendimento a pessoas com deficiência, mobilidade reduzida, idosos e/ou pessoas que sofrem algum tipo de preconceito, dificuldade de locomoção ou adaptação na maioria dos atendimentos oferecidos em diversas áreas e segmentos de nossa sociedade como por exemplo o “TURISMO NO BRASIL”, que mesmo com a informatização e logística nosso “Turismo brasileiro” ainda segrega essa fatia da população que tanto vem lutando para conquistar seu espaço.

 

Da acessibilidade:

 

Quando a gente pensa em acessibilidade, a primeira coisa que vem à cabeça é uma rampa de entrada para cadeirantes. Mas o que é acessibilidade? O Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, na página 52, apresenta a seguinte definição: “qualidade ou caráter do que é acessível; facilidade na aproximação, no tratamento ou na aquisição”. Mas será só isso? Vamos ver o que diz a lei: segundo o decreto número 5.296, de 2 de dezembro de 2004, acessibilidade é “condição para utilização, com segurança e autonomia, total ou assistida, dos espaços, mobiliários e equipamentos urbanos, das edificações, dos serviços de transporte e dos dispositivos, sistemas e meios de comunicação e informação, por pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida”.

Em outras palavras, acessibilidade é uma mulher grávida conseguir embarcar no ônibus (e passar pela roleta) sem nenhuma dificuldade; acessibilidade é uma pessoa obesa poder sentar-se confortavelmente na poltrona do avião. É um anão ou cadeirante que encontra um balcão de bilheteria ou um caixa de banco da sua altura, ou encontra um banheiro acessível e adaptado as suas necessidades.. Acessibilidade é um cego que cruza a rua sozinho, porque o semáforo emite um sinal sonoro, avisando que pode atravessá-la; é uma criança surda ter à disposição intérpretes de Libras na escola pública. É um cadeirante que pode se locomover por conta própria, numa cidade sem buracos nem obstáculos. Enfim, acessibilidade é a garantia plena do direito de ir e vir – e permanecer.

Em resumo, é um direito de todos, e para todos. Acontece que algumas pessoas dependem mais desse direito do que outras. E, como ilustram os exemplos citados (e ao contrário do que muita gente pensa), esse segmento da população para o qual a acessibilidade é mais necessária é muito expressivo. Especificamente no que se refere às pessoas com deficiência, de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), em todo o planeta são aproximadamente 650 milhões de pessoas que possuem algum tipo de deficiência. Só no Brasil, segundo o Censo 2000 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), essa parcela representa 14,5% dos brasileiros, ou quase 30 milhões de habitantes.

Muitas empresas e estabelecimentos do País ainda não se adaptaram aos parâmetros e critérios de acessibilidade estabelecidos pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), em 2004. Frequentemente, alegam dificuldades financeiras ou mesmo falta de demanda do público com deficiência. Mas lei é para ser cumprida. E o fato é que, nos últimos anos, a legislação brasileira evoluiu muito quanto à questão – quase todos os pontos cruciais para a garantia da acessibilidade foram contemplados pelos poderes Executivo e Legislativo. Algumas leis são mais conhecidas, como a de Cotas, que determina a contratação, por empresas com mais de 100 funcionários, de 2% a 5% de pessoas com deficiência.

Fonte: http://www.brasilparatodos.com.br/acessibilidade.php

 

“Oportunizar a todas as pessoas com deficiência um local e uma sociedade propícia para seu desenvolvimento”

 

A nossa busca é por mais Acessibilidade e Inclusão, para você e sua família!

Acessibilidade é um atributo essencial do ambiente que garante a melhoria da qualidade de vida das pessoas. Deve estar presente nos espaços, no meio físico, no transporte, na informação e comunicação, inclusive nos sistemas e tecnologias, bem como em outros serviços e instalações abertos ao público ou de uso público, tanto na cidade como no campo.

O tema da acessibilidade é pouco difundido e explorado, apesar de sua inegável relevância. Considerando que ela gera resultados sociais positivos e contribui para o desenvolvimento inclusivo e sustentável, sua implementação é fundamental, dependendo, porém, de mudanças culturais e atitudinais. Assim, as decisões governamentais e as políticas públicas e programas são indispensáveis para impulsionar uma nova forma de pensar, de agir, de construir, de comunicar e de utilizar recursos públicos para garantir a realização dos direitos e da cidadania.

A fim de possibilitar à pessoa com deficiência viver de forma independente e participar plenamente de todos os aspectos da vida, o Website e seus parceiros irão trabalhar pela implementação de medidas apropriadas para assegurar o acesso, em igualdade de oportunidades com as demais pessoas. Essas medidas incluirão a identificação de barreiras à acessibilidade e a disseminação do conceito de desenho universal.

 

Da parceria:

 

A parceria idealizada nesse novo projeto de Acessibilidade aconteceu na cidade de Rio Claro/SP, quando o presidente da Associação das Pessoas com Deficiência de Rio Claro – APODERC, o Sr. Marco Elias entrou em contato com os Diretores da Agência Interativa Nautilus Publicidade (Primeira Agência de Comunicação da Cidade de Rio Claro/SP e Região – 40 Anos), Jenyberto Pizzotti e Leila Duckur Pizzotti (ambos idealizadores do I Fórum das Entidades Civis de Rio Claro/SP ) para viabilizar um Website para as instituições conseguirem manter mais visibilidade no âmbito profissional, social e de direitos para as classes abordadas em questão.

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Respeito é um valor que dá sustentação a todos os demais.

“Respeito é o mais básico de todos os valores. Se não existir respeito em um projeto, não há nada que possa salvá-lo”. – Vinícius Manhães Teles.

 

Dos direitos:

 

“Se você for a um estabelecimento comercial, dê preferência aos locais com acessibilidade arquitetônica e de atendimento a pessoas com deficiência.”

 

Em meio a tantas leis e normas que alteram diuturnamente, é comum que pessoas com necessidades especiais: leve, médias, graves ou mesmo os responsáveis por estas, desconheçam quais são os direitos ou benefícios existentes que podem contribuir para melhorar a condição de vida dos mesmos, bem como, indiretamente, dos responsáveis diretos por cuidar destas pessoas.

As Doenças Crônicas ou graves são doenças de evolução prolongada, permanentes, para as quais, atualmente, não existe cura, afetando negativamente a saúde e funcionalidade da pessoa. No entanto, os seus efeitos podem ser controlados, melhorando sua qualidade de vida.

A bem da verdade, quando não há ninguém na família que seja pessoa com alguma doença grave é normal não se interessar em buscar mais informações ou mesmo ignorar uma notícia que ouvimos ou vemos num jornal, revista ou TV.

Mesmo que tal situação não seja uma realidade na família é quase impossível se dizer que não conhecemos um vizinho, parente de um amigo, conhecido do trabalho, da escola ou do meio social em que vivemos, que seja pessoa com doença grave e que possa estar precisando de ajuda.

Por isso, é importante despertar esta preocupação com o próximo, buscando repassar todo tipo de informação e conhecimento que, de alguma forma, vá contribuir para que estas pessoas busquem melhorar sua condição de vida e de suas famílias, requerendo junto aos órgãos municipais, estaduais e federais, o reconhecimento de seus direitos.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) informa como doenças crônicas as doenças cardiovasculares (cerebrovasculares, isquêmicas), as neoplasias, as doenças respiratórias crônicas e diabetes mellitus. A OMS também inclui nesse rol aquelas doenças que contribuem para o sofrimento dos indivíduos, das famílias e da sociedade, tais como as desordens mentais e neurológicas, as doenças bucais, ósseas e articulares, as desordens genéticas e as patologias oculares e auditivas.